No torneio por equipes tivemos a inédita vitória da Romênia, quebrando a hegemonia húngara nessa competição, já que os húngaros possuiam seis títulos em sequencia. Os húngaros estavam há vinte e um anos invictos. A forma de disputa foi todos jogando entre si e, das cinco seleções, quatro avançaram para as semifinais, jogando 1º x 4º e 2º x 3º. Brasil e Polônia disputaram uma vaga para a semifinal do torneio de equipes e saímos vitoriosos pelo placar de 8×0. Na semifinal enfrentamos a Romênia e o Brasil chegou a estar vencendo os futuros campeões, mas perdeu a partida sempre com placares apertados. Na disputada do terceiro lugar outra derrota apertada, apsar do placar desfavorável de 7×1: foi um empate e três derrotas de 2×1. A equipe brasileira formou com Marcelo Coutinho, Marcelo Lages, Aranha e Leonardo Stumpf, sendo os dois últimos, atletas oriundos de outras modalidades e com pouca experiência no Sectorball. Com seus principais jogadores, como os finalistas do Campeonato Brasileiro de 2015 (Robson Marfa e Weber Gomes) talvez a participação brasileira fosse ainda melhor no Sectorball.

Na competição individual o campeão foi o húngaro János Koczor, o segundo colocado foi Viktor Lukács, também da Hungria e o terceiro colocado foi o romeno Pakai Gyorgy.

Finalizando, a dupla húngara formada por János Koczor e Viktor Lukács foi a campeã ao vencer seus adversários por 1×0 na final.

Segundo o atleta Marcelo Coutinho, o grupo comportou-se como UMA ÚNICA seleção. Todos se apoiavam mutuamente, interessavam-se pelas competições das duas modalidades e estavam sempre juntos, dentro e fora das mesas. Esta foi uma das principais lembranças que ele irá guardar deste Mundial.

O próximo mundial fica agendado para Tóquio, Japão, em 2018. Até lá.